MEC libera R$ 6,9 milhões para recuperar instituições federais no Rio Grande do Sul

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MEC libera R$ 6,9 milhões para recuperar instituições federais no Rio Grande do Sul

O Ministério da Educação (MEC) anunciou a destinação de R$ 6,9 milhões em caráter emergencial para apoiar instituições federais de ensino localizadas no Rio Grande do Sul. O aporte financeiro visa mitigar os danos causados por eventos climáticos severos que atingiram diversas unidades acadêmicas no estado, comprometendo a infraestrutura e o pleno funcionamento das atividades pedagógicas.

Distribuição estratégica de recursos para universidades e institutos

A verba é composta por recursos da Secretaria de Educação Superior (Sesu) e da Subsecretaria de Planejamento e Orçamento (SPO). O montante foi distribuído conforme as demandas específicas apresentadas pelas instituições, que relataram prejuízos em coberturas, instalações elétricas e ambientes acadêmicos essenciais.

As universidades federais foram contempladas com uma fatia expressiva do orçamento. A Universidade Federal de Pelotas (UFPel) recebeu R$ 2,5 milhões, enquanto a Universidade Federal do Rio Grande (Furg) foi beneficiada com R$ 2,2 milhões, sendo parte deste valor alocada diretamente na Lei Orçamentária Anual (LOA).

Apoio à rede de educação profissional e tecnológica

Além das universidades, o MEC direcionou investimentos para a Rede Federal de Educação Profissional, Científica e Tecnológica. O Instituto Federal Farroupilha (IFFar) recebeu R$ 1,3 milhão, o Instituto Federal Sul-Rio-Grandense (IFSul) obteve R$ 500 mil e o Instituto Federal do Rio Grande do Sul (IFRS) foi contemplado com R$ 400 mil.

Esses recursos são vitais para a recuperação de danos estruturais e para a manutenção de estudantes em situação de vulnerabilidade social. Segundo o Ministério da Educação, a medida garante a continuidade dos serviços educacionais em diversas regiões do estado.

Impactos climáticos e necessidades de infraestrutura

Os danos registrados pelas instituições incluem avarias em esquadrias, áreas externas, passarelas e moradias estudantis. No caso do IFRS, o Campus Rio Grande sofreu impactos diretos após um temporal registrado em 21 de setembro, exigindo uma recomposição orçamentária urgente para viabilizar o funcionamento da unidade.

No IFFar, os prejuízos foram agravados por temporais de granizo que afetaram o Campus Alegrete, além de danos estruturais identificados nos campi de Júlio de Castilhos, Santiago e Santo Ângelo. A ação do governo federal busca restaurar a normalidade acadêmica e garantir a segurança de toda a comunidade escolar afetada pelos desastres naturais.

Fonte: leiagora.com.br

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