Confronto marca manifestação anti-Lula na Universidade Federal do Rio Grande do Norte

Confronto marca manifestação anti-Lula na Universidade Federal do Rio Grande do Norte

Foto: Reprodução/ Instagram General Girão

Uma manifestação realizada na Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN) contra a candidatura do presidente Luiz Inácio Lula da Silva à reeleição terminou em confronto direto entre estudantes. O ato político gerou forte polarização no campus universitário.

O evento foi convocado para o final da tarde de uma segunda-feira e recebeu o título de “Vire à direita: UFRN anti-Lula”. O cenário de tensão se estabeleceu rapidamente com a presença de grupos com posicionamentos políticos opostos no local.

Ato político e choque entre estudantes

Durante a mobilização, os manifestantes exibiram faixas, bandeiras e um boneco inflável que retratava o chefe do Executivo federal com uniforme de presidiário. O grupo também declarou apoio ao senador Flávio Bolsonaro e ao ex-prefeito Allyson Bezerra.

Estudantes contrários ao ato aproximaram-se entoando palavras de ordem e tentando barrar a continuidade da mobilização. A situação escalou rapidamente para empurrões, quebra de gradis de ferro e agressões físicas mútuas entre os dois lados.

Danos materiais e feridos no campus

O nível de violência no campus resultou em danos a uma das estruturas de portão da instituição de ensino. Um aluno do curso de Jornalismo sofreu ferimentos na região da boca e teve seus óculos quebrados durante o tumulto.

Imagens do episódio rapidamente circularam em plataformas digitais, evidenciando o grau de hostilidade entre os estudantes. As cenas provocaram forte repercussão na comunidade acadêmica e nos diretórios representativos.

Repercussão institucional e posicionamento partidário

Após os episódios de violência e vandalismo, a administração da UFRN não emitiu um pronunciamento direto sobre o conflito, limitando-se a destacar em redes sociais o seu compromisso com a diversidade e a democracia na universidade.

Entidades estudantis e o diretório estadual do Partido dos Trabalhadores manifestaram repúdio aos episódios de agressão. As organizações cobraram investigações rigorosas para identificar os responsáveis pelos atos de violência registrados na ocasião.

Fonte: revistaoeste.com

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