SBT Esclarece Natureza de Contato com Erika Hilton

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SBT Esclarece Natureza de Contato com Erika Hilton

O SBT desmentiu a informação de que Daniela Beyruti, presidente da emissora, teria entrado em contato telefônico com Erika Hilton, parlamentar do PSOL, nesta quinta-feira, 12. De acordo com informações publicadas pela Revista Oeste, a estação televisiva esclareceu que a filha de Silvio Santos não realizou tal ligação.

A declaração da emissora surgiu em resposta às afirmações de Erika Hilton, que relatou ter recebido a chamada. O episódio acontece na esteira da repercussão gerada por críticas proferidas pelo apresentador Ratinho, direcionadas à escolha de Hilton para presidir a Comissão de Defesa dos Direitos das Mulheres da Câmara dos Deputados.

Conforme o posicionamento do SBT, foi Erika Hilton quem buscou estabelecer um diálogo com a presidente do canal. Subsequentemente, a parlamentar confirmou essa versão em suas plataformas de mídia social, após a manifestação pública da emissora.

“Enviei uma carta e entrei em contato com a ‘Presidenta’ do SBT, Daniela Abravanel", escreveu Hilton. Ela acrescentou que "Ela me atendeu prontamente, conversamos e ela reforçou que as declarações do apresentador Ratinho não representam a opinião do SBT.”

Conexão Pessoal com o SBT

Erika Hilton também compartilhou detalhes de sua ligação pessoal com o SBT, afirmando que a "emissora fez parte da história" de sua família.

"Era o canal que minha avó assistia", ela mencionou. "Eu não perdia um episódio de A Usurpadora, gostava de Chaves e Chapolin." Hilton prosseguiu, destacando: "Sempre gostei da televisão. Por isso, espero que avancemos e farei tudo que estiver ao meu alcance para termos ambientes seguros para todas as mulheres em quaisquer espaços em que elas estejam."

Petição Contra a Escolha de Hilton

Paralelamente, um abaixo-assinado que circulou nas redes sociais manifestou críticas à eleição de Erika Hilton para a liderança da Comissão de Defesa dos Direitos das Mulheres.

As organizadoras do documento expressam sua “discordância” com a decisão da Câmara. Elas defendem que a presidência do colegiado seja ocupada por uma parlamentar cuja atuação seja “estritamente voltada à defesa das prerrogativas das mulheres com base na distinção de sexo”.

Fonte: https://revistaoeste.com

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