Foto: Reprodução
Ato reuniu centenas de pessoas no Dia da Independência; cartazes cobraram respeito à Constituição e criticaram Lula e Alexandre de Moraes.
Centenas de patriotas tomaram a Praça 8 de Abril, em Cuiabá, no fim da tarde deste domingo (7), em um grande ato cívico no Dia da Independência. Vestidos de verde e amarelo, os manifestantes defenderam anistia irrestrita aos presos políticos do 8 de janeiro, além de pedir o impeachment do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), e protestar contra o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
“Sai do sofá e vem pra rua. Se o Brasil vira Cuba, a culpa é sua”, bradavam os presentes, em coro, lembrando a necessidade de mobilização popular em defesa da liberdade.
Anistia e defesa da soberania
Cartazes exibidos na manifestação reforçavam críticas ao STF e a solidariedade com o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), alvo de perseguições judiciais. Um deles dizia: “Lei Magnitsky. Moraes cartão nunca mais”, em referência a sanções internacionais contra abusos de ministros.
Também foi exibida uma grande faixa com a frase: “Golpe é eleição sem Bolsonaro”.
No início do ato, os manifestantes marcharam em círculo entoando a canção “Eu te amo, meu Brasil”, considerada um hino de patriotismo.
Lideranças presentes
Diversos líderes políticos estiveram ao lado da população no protesto, como o prefeito de Cuiabá, Abilio Brunini (PL), o vereador Rafael Ranalli, os deputados Elizeu Nascimento e Rodrigo da Zaeli, além da deputada federal Coronel Fernanda.
Mensagem de Michelle Bolsonaro
Impedido de participar por decisão judicial, o ex-presidente Jair Bolsonaro não pôde se manifestar. Mas a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro enviou um áudio de apoio, que foi recebido com entusiasmo pelos presentes.
Sem citar nomes, Michelle criticou duramente ministros do STF, a quem classificou como “tiranos e injustos”:
“Até quando vamos ter que suportar esses abusos? Ministros, vocês prometeram cumprir as leis e defender a nossa Constituição. Ela está sendo rasgada diariamente, e injustiças são cometidas por alguns poucos do vosso meio que se dizem juízes, mas agem como tiranos”, disse.
O ato marcou mais um capítulo da mobilização nacional em defesa da liberdade, da Constituição e contra o autoritarismo judicial.

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