Sigla atualmente ocupa duas cadeiras e mira nomes estratégicos para crescer em 2027
VIA: MDIANEWS |.Clea Viana/Câmara dos Deputados
A presidente do PT em Mato Grosso, Rose Neide, afirmou que a federação formada por PT, PV e PCdoB trabalha com a meta de eleger quatro deputados estaduais na Assembleia Legislativa (ALMT) nas eleições de 2026.
Atualmente, a federação possui duas cadeiras, ambas ocupadas por petistas: Lúdio Cabral e Valdir Barranco. Segundo Rose Neide, o objetivo é ampliar essa representação com mais duas vagas, que deverão ser distribuídas entre os partidos que compõem a aliança.
“Nós temos dois deputados, mas estamos conversando muito sobre o papel do PV, porque queremos uma bancada integrada dos três partidos. Hoje a gente tem dois do PT, mas, olhando enquanto federação, queremos avançar para quatro”, afirmou em entrevista ao MidiaNews.
A dirigente destacou que a estratégia é fortalecer a atuação conjunta da federação no Legislativo estadual, com uma composição equilibrada entre as legendas.
Rose Neide explicou ainda que os cálculos eleitorais seguem em fase de definição, já que o partido aguarda a consolidação do número oficial de eleitores junto ao Tribunal Regional Eleitoral (TRE), dado essencial para a definição do coeficiente eleitoral.
Ela também lembrou que, embora Mato Grosso tenha direito legal de ampliar o número de deputados, isso não foi efetivado. Com isso, a próxima eleição ocorrerá com o mesmo número de cadeiras da legislatura atual.
Sobre a formação das chapas, a presidente do PT afirmou que a federação poderá lançar até 25 candidatos a deputado estadual e nove a deputado federal. Somente o PT, segundo ela, já conta com 14 pré-candidatos à Assembleia Legislativa.
“Esses nomes precisam ser analisados com cuidado, inclusive em relação à proporcionalidade de gênero. Não é fácil, mas estamos fazendo um esforço grande para ampliar a presença feminina na política”, destacou.
Ela acrescentou que cada partido da federação irá apresentar seus nomes e, caso o total ultrapasse o limite permitido, haverá uma discussão interna para ajustes.
“A gente vai fazer esse debate avaliando potencial de votos, inserção no Estado e outros critérios, para adequar e chegar ao número correto nas duas chapas proporcionais.”

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